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Sindijus e SEPLAD abrem diálogo sobre condições de trabalho no Judiciário sergipano

SEPLAD TJSE Thyago Avelino

 

Diretores do Sindijus se reuniram com o secretário de Planejamento e Administração do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Thyago Avelino, e sua assessoria, na manhã dessa quarta-feira, 17 de junho, para solicitar a abertura de um canal de negociação sobre as condições de trabalho propostas na pauta da categoria. A falta de melhorias nessa área tem gerado sobrecarga, diariamente, com impactos na vida dos servidores e nos serviços jurisdicionais.


Pela entidade sindical, participaram os coordenadores-gerais Plínio Pugliesi e Analice Soares, a coordenadora de aposentados e pensionistas Sara Cavalcante do Ó e o coordenador de assuntos jurídicos Lucas Guimarães.


Atualizada anualmente nas Plenárias de Base e na Assembleia Geral, a pauta de reivindicações dos servidores do TJSE contém demandas financeiras e relacionadas às condições de trabalho. No início deste ano, as negociações financeiras foram priorizadas na Presidência do TJSE visando cumprir a data-base prevista em lei.


E uma nova rodada sobre as demandas financeiras ainda não contempladas está marcada para julho. Até lá, o Sindijus apresenta aos gestores a necessidade de avançar nas condições de trabalho que afetam diretamente a qualidade dos serviços e a vida dos servidores.
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Diálogo inicial

Nesse primeiro encontro sobre o tema, o coordenador-geral Plínio Pugliesi resgatou a motivação: durante as negociações da última campanha salarial, a presidente do TJSE, Iolanda Guimarães, autorizou, em diversas ocasiões, que as questões não-financeiras fossem debatidas com a Secretaria de Administração e Planejamento (SEPLAD) do Tribunal. No entanto, esse diálogo ainda não havia se concretizado.


O secretário da SEPLAD, Thyago Avelino, fez uma leitura e apontamentos iniciais sobre as propostas contidas nos eixos da pauta da categoria que não possuem repercussão financeira, entre elas: estrutura, banco de horas, trabalho híbrido, concurso e remoção.


Ficou acordado que as propostas serão discutidas detalhadamente em um calendário de reuniões, com cada encontro aprofundando dois ou três temas. A próxima reunião foi marcada para 1º de julho, quando serão focados banco de horas, EPIs e estrutura. Para subsidiar as avaliações, a direção do Sindijus apresentará um detalhamento de cada proposta.


A coordenadora-geral do Sindijus, Analice Soares, vê um avanço na abertura do diálogo com os gestores do TJ e, a partir de agora, será necessária a contribuição ativa da categoria. “Com a porta da gestão aberta, podemos buscar soluções para os problemas que têm afetado tão negativamente a saúde e a rotina dos servidores. Mas esse caminho só se constrói com a participação de todos. Nos próximos dias, vamos ouvir os colegas e coletar sugestões que mostrem concretamente as melhorias que são necessárias no dia a dia do Tribunal," explicou.


Confira, abaixo, as propostas da pauta de reivindicações da categoria que não possuem repercussão financeira.

 

 

 

 

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